Tivemos de nos levantar mais cedo do que o normal. Às 7:30 já estávamos a pé e a preparar-nos para o novo dia. Tomámos o pequeno-almoço, fomos a um banco fazer o câmbio de 100€ para Libras Esterlinas (80£) e às 9 da manhã já estávamos no comboio para Oxford. Chegámos às 10:47. Para irmos para Ashbury, que era o nosso destino, tivemos de apanhar boleia, porque o autocarro para lá já tinha passado... Tivemos medo, por causa daquela situação com o Nikon na Grécia, mas tinha de ser, ou seria uma grande caminhada a pé ou uma grande despesa em táxi... Um senhor muito simpático, que também ia para lá, deu-nos boleia numa pick-up. É proibido haver passageiros na caixa da carrinha, por isso tivemos de ir muito escondidinhas entre uns panos. A Filipa Pascoal foi a priviligiada que ficou à frente, para se certificar de que tudo corria bem e para ir conversando com o senhor.
Felizmente, o senhor Gerry era honesto e não nos tentou assaltar, raptar ou violar, como nós temíamos. Levou-nos até à Forja de Wayland, onde nós queríamos ir, e depois voltou para trás, para a casa de um familiar.
Wayland era o deus Norueguês dos ferreiros e acredita-se que foi na Forja que ele fabricou uma espada invencível. Antigamente, pensava-se que, se alguém tivesse um cavalo com ferraduras velhas e precisasse de as mudar, bastava deixá-lo perto da forja, com uma moeda de prata, e voltar no dia seguinte. Quando a pessoa voltasse, o cavalo teria ferragens novas e a moeda teria desaparecido.
Depois da visita fomos almoçar. Tínhamos concordado em comer na pequena aldeia de Ashbury. O almoço era diferente daquilo que esperávamos. Não era uma coisa extravagante, mas a comida era muito boa e simples. Ficámos admiradas. Tínhamos uma impressão errada acerca da comida inglesa. Afinal eles não comem só fast-food. Muito menos uma aldeia com um único estabelecimento equivalente a uma tasca.
Depois do almoço decidimos regressar a Londres. Felizmente encontrámos o senhor Gerry, que nos levou de volta para Oxford. Às 14:30, estávamos a entrar no nosso comboio para Londres. Chegámos às 4 e 20. Tínhamos comboio para Corbridge às 18:23, por isso fomos logo de comboio para a estação Tottenham Hale, em Londres.
Chegámos a Corbridge às 11 da noite. Jantámos na estação e fomos logo para o albergue. Assim que chegamos, aterrámos na cama e adormecemos.
Felizmente, o senhor Gerry era honesto e não nos tentou assaltar, raptar ou violar, como nós temíamos. Levou-nos até à Forja de Wayland, onde nós queríamos ir, e depois voltou para trás, para a casa de um familiar.
Wayland era o deus Norueguês dos ferreiros e acredita-se que foi na Forja que ele fabricou uma espada invencível. Antigamente, pensava-se que, se alguém tivesse um cavalo com ferraduras velhas e precisasse de as mudar, bastava deixá-lo perto da forja, com uma moeda de prata, e voltar no dia seguinte. Quando a pessoa voltasse, o cavalo teria ferragens novas e a moeda teria desaparecido.
Depois da visita fomos almoçar. Tínhamos concordado em comer na pequena aldeia de Ashbury. O almoço era diferente daquilo que esperávamos. Não era uma coisa extravagante, mas a comida era muito boa e simples. Ficámos admiradas. Tínhamos uma impressão errada acerca da comida inglesa. Afinal eles não comem só fast-food. Muito menos uma aldeia com um único estabelecimento equivalente a uma tasca.
Depois do almoço decidimos regressar a Londres. Felizmente encontrámos o senhor Gerry, que nos levou de volta para Oxford. Às 14:30, estávamos a entrar no nosso comboio para Londres. Chegámos às 4 e 20. Tínhamos comboio para Corbridge às 18:23, por isso fomos logo de comboio para a estação Tottenham Hale, em Londres.
Chegámos a Corbridge às 11 da noite. Jantámos na estação e fomos logo para o albergue. Assim que chegamos, aterrámos na cama e adormecemos.
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